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Peroá, um peixe típico do Espírito Santo

Peroá frito

Pego meu prato e vou pra varanda para fotografar, enquanto minha mãe se diverte com minha mania de tirar fotos de pratos…rs!
Em minha última estadia pelo litoral capixaba não podia deixar de saborear esse peixinho típico, o peroá, também conhecido como porquinho.
Vendido inteiro e limpo, normalmente em pacotes de 3 quilos. As cabeças minha mãe separou para fazer cozidas e o corpo virou um prato muito saboroso, o peroá frito!
Fomos, minha mãe e eu, buscar o nosso peixe diretamente no Mercado Municipal de Anchieta (ES), na beira do porto.
Mostro abaixo um pouco mais desse lugar, nas belas imagens, onde as garças estão sempre presentes, acompanhando o pescado. Continuar lendo

Compota de toranja

Compota de toranja

Minha mãe ganhou duas frutas, presenteadas como cidras. Ao cortar, surge a dúvida. Elas tinham cor avermelhada.
Entre alguns palpites no Instagram e efetuada uma pesquisa, descubro tratar-se de toranja.
O destino seria fatalmente uma compota, uma vez que a fruta é de um teor de azedume e doçura estranhos ao paladar. Acompanhe o passo a passo e aventure-se em preparar essa compota de toranja, que tem o mesmo processo de outras frutas da família dos Citrus, como a laranja-da-terra e a cidra.
A compota foi feita por minha mãe, de 84 anos, com muitos doces em calda em sua bagagem.
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Dois Irmãos, Anchieta (ES)

Dois Irmãos

Dois Irmãos é uma pequena comunidade rural pertencente à cidade de Anchieta (ES).

Minha recente viagem ao interior do Espírito Santo já rendeu vários posts, tamanha a diversidade de aspectos culturais ligados à gastronomia simples que lá encontrei. Claro que o envolvimento afetivo com os familiares agrega um valor inestimável.
Já contei um pouco da minha alegria de criança, quando íamos para esse lugar. Ficaram na memória ternas lembranças. Mas a grande surpresa foi proporcionada pelos meus tios, que me levaram para matar a saudade daquele cantinho.
A simples imagem da placa na estrada, indicando o lugar, já se tornou emblemática e ensejou algumas fotos. Como explicar a emoção que foi tomando conta, à medida que reconhecíamos uma casinha antiga, o açude, que tantos benefícios trouxe aos colonos italianos? Continuar lendo