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Pierogi de ricota e batata

O pierogi de ricota e batata é um prato polonês, que conheci em Curitiba, quando vim morar na cidade.

Muito fácil encontrá-lo nas feiras gastronômicas espalhadas pela cidade, nas festas polonesas e nos municípios vizinhos, onde estão algumas colônias desses imigrantes.
Nesse outro post já falei um pouco sobre os “polacos”, que formam a maior comunidade do Brasil aqui no Paraná.

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Em 2007 fiz um passeio integrante do turismo rural, chamado Caminhos de Guajuvira, em Araucária, a 27 km de Curitiba.  Juntamente com duas amigas de um curso de jardinagem, visitamos o Museu Tingui-cuera, que possui um acervo de objetos de trabalho e das casas dos antigos moradores da colônia. Fomos ao Memorial Polonês (casa amarela),  a uma venda de secos e molhados de 1958, onde saboreei uma deliciosa torta de requeijão. Pena não ter tirado mais fotos à época.
Visitamos uma chácara de colhe-pague (pêssegos) e venda de licores e de lá partimos para uma chácara com estufas de flores. Continuar lendo

Virado lapeano

Dando continuidade ao passeio até Lapa (PR), conforme prometido no post anterior, quero trazer um pouco da história da cidade.
A Lapa foi palco de um confronto bélico durante a Revolução Federalista, ocorrido entre 1893 e 1895, chamado Cerco da Lapa. Os restos mortais dos combatentes encontram-se no Panteão dos Heróis.


Em 1989 foi considerada Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Da esquerda para a direita, Igreja de S. Benedito, centro histórico em frente ao Panteão, Casa dos Cavalinhos (Casa da Memória), Museu Ney Braga, Prefeitura, Casa de Câmara e Cadeia.

A Lapa é o maior produtor de frutas de caroço do Paraná – pêssego, ameixa e nectarina. Pena que viajamos fora da época dessas frutas.
Entre os pratos da culinária típica estão o arroz de carreteiro, o virado, a quirera e, como sobremesa, o tijolinho de abóbora.

Monumento ao tropeiro – Poty Lazzarotto

Como a Lapa surgiu do tropeirismo – era ponto de parada das tropas que iam de Viamão (RS) a Sorocaba (SP) – essas longas viagens exigiam comida que durasse e fosse seca. Por isso, usavam o feijão, a carne seca, a farinha de mandioca, a farinha de de milho e o toucinho.
Escolhi o virado lapeano para mostrar pra vocês. 

Virado lapeano

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Lapa – Hotel Fazenda Vovó Naná

Hotel Fazenda Vovó Naná

Muitas coisas me deixam feliz. Viajar é uma delas. Vou aproveitar uma curta viagem que fiz semana passada para mostrar pra vocês um lugarzinho simpático, tranquilo, apropriado para relaxar.
Mas nem tudo são flores. Meu cachorrinho, Yuki, que já mereceu esse post, passou mal na ida e na volta. Sobrou pra filha, que estava com ele no colo… Bem que ele avisava, mas não entendíamos sua linguagem. “Dizia”: vovô, estou passando mal. Vovó, não respondo por mim. Mamãe, não vai dar pra segurar…rs!
Isso é para ilustrar que felicidade plena não existe, que tudo é relativo. Mas, ter a família reunida, inclusive com os cachorros, partilhando de um lugar agradável é sempre bom. Branquinha que o diga, pois tendo espaço e mata para ela explorar, é perfeito!

Fomos para Lapa, a 68 km de Curitiba.
Esse lugar bucólico onde ficamos é um hotel-fazenda que aceita hospedagem com animais. Parece que o pessoal não estava muito avisado disso, pois nossos cachorrinhos eram os únicos hóspedes caninos.
O Hotel Fazenda Vovó Naná tem carneiros, perus, cavalos, bois, muitas aves (era uma sinfonia), lagos, local para prática de esportes, bicicletas, charrete, piscina…

Hotel Fazenda Vovó Naná

… e muito verde (horta, frutas e plantas).

Culinária lapeana

A culinária lapeana é uma mistura de gastronomia gaúcha com mineira. No próximo post sobre esse passeio, mostro a cidade, sua história e um prato típico.

 Esse amor-perfeito fotografei na varanda do chalé.
A natureza é realmente linda e nos transmite serenidade, beleza, harmonia. Poder desfrutar de tudo isso não é uma felicidade?