Pimentas brasileiras

Viajando pelo Espírito Santo, fui visitar mais uma vez a Feira da Roça. Eis que me deparo com algumas pimentas que desconhecia. A curiosidade falou mais alto e pedi informações ao vendedor. De posse dos dados, lancei um questionamento nas redes sociais sobre algumas dessas. Não estou sozinha nessa quesito, uns conhecem, outros não! Acho sempre interessante divulgar todo universo da culinária/gastronomia. O mais bacana é saber que são muitas as pimentas brasileiras!
Do alto para baixo, a 1ª isolada e vermelhinha é a malagueta (Capsicum frutescens). Nessa mesma ordem, na 1ª linha, temos a murupi-do-pará (C. chinensis), considerada a mais ardida pimenta brasileira. A 2ª é a cumari-do-pará (C. chinensis), bode amarela ou bodinha (C. chinensis) e biquinho vermelha (C. chinensis). Na 2ª linha, a dedo-de-moça (C. baccatum); a cumari (C. Baccatum), verde e pequenina. Na 3ª linha, temos a chapéu ou arriba-saia ou umbigo-de-tainha (C. chinensis); a biquinho vermelha novamente; nas caixas maiores, a pimenta-de-cheiro (C. chinensis) e a biquinho amarela (C. chinensis). 

Conserva de pimenta cumari

Conserva de pimenta cumari

Pimenta-chapeu ou arriba-saia
A pimenta-chapéu ou arriba-saia ou umbigo-de-tainha (C. chinensis) é muito ardida e dizem que as moças abanam-se com a saia para aliviar a ardência.
Quem sabe me anime a incluir mais algumas dessas pimentas na minha cozinha… A que mais uso em casa é a pimenta-do-reino, mas gosto da biquinho, da cambuci e da dedo-de-moça, todas de pouca ou nenhuma pungência.

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Bolo cremoso de tapioca

Fiquei com vontade de comer cuscuz de tapioca e lá fui eu adquirir o ingrediente principal. A embalagem do produto me sugere esse bolo. Eis que acabou passando na frente do cuscuz…
Somos tão afeitos aos bolos, não é verdade? Eles vêm da época dos egípcios e foram ganhando formas, ingredientes e fama. Por mim, fico com os mais simples e me satisfaço acompanhando-os com uma xícara fumegante de café! Continuar lendo

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Museu ao Ar Livre Princesa Isabel - Orleans (SC)

Voltando de uma viagem gastronômica por Bom Jardim da Serra (SC)  pela maravilhosa Serra do Rio do Rastro, o proprietário do hotel, onde ficamos hospedados, nos sugeriu que visitássemos o museu de Orleans (SC). Sugestão aceita e que valeu muito a pena conhecer. Hoje é o Dia Internacional dos Museus e fica aqui a minha homenagem a esse lugar lindo!

Lago do Museu ao ar Livre Princesa Isabel

O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel é um memorial em homenagem aos imigrantes italianos, que chegaram ao sul do Brasil. Muito bem cuidado, ele foi inaugurado em 30 de agosto de 1980. Quando os italianos chegaram à Santa Catarina, tiveram que construir tudo, derrubar árvores com machado, fazer seus próprios instrumentos e maquinários. Sem energia elétrica, tudo era movido pela tração animal e pelas rodas d’água. Em torno do lago ficam todos os galpões, construídos para resgatar a tecnologia e os costumes dos antepassados. Fiz uma grande quantidade de imagens e vou tentar resumir para vocês sem perder o foco da gastronomia!
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Cajuzinho de pinhão
Mais uma delícia com essa semente brasileira tão especial, o pinhão! O sabor em nada se assemelha aos tradicionais cajuzinhos de amendoim, mas posso dizer que são bem gostosos. Fica o convite para que experimentem! Continuar lendo

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